
O que eu preciso mesmo é voltar a ouvir Sinatra. Sinto falta. Lembrei o livro que li ano passado “Bar doce lar” em que o autor ouvia Sinatra para curar suas dores de amor. Eu preciso de Sinatra para sentir um pouco de calma.
Eu preciso também ser mais compreensiva com os outros, engolir com mais facilidade a falta de comprometimento das pessoas com a vida, com as coisas da vida. Eu não consigo ser assim. E não acho bonito quem é.
O perfeccionismo anda junto comigo, e nada além do que o melhor é o que eu penso em fazer. Sou chata mesmo, e com orgulho. Sou ranzinza, reclamo e xingo quem for preciso até que as coisas saiam feitas de uma maneira decente.
Nisso eu puxei pela minha mãe.
Quer saber o que eu ando escrevendo? Leia em www.univali.br/cobaia as matérias sobre 1968 e o levantamento de estréias do cinema nesta temporada, escrita com minha amiga xará cherrie Larissa Tietjen.
Impossível não se apaixonar por ele… Ai, Sinatra. (acho que estou ficando velha…)
não, troquei faz pouco tempo. tô brincando com os layouts :)
sinatra é sempre bom pra alma
:* amada
Uma das minhas irmãs adora o Sinatra também! Aprendi a gostar por causa dela…
Humm, vou procurar ler esse livro aí “Bar doce lar”…
Esse lance de ser mais compreensiva com o outro…
Eu também preciso! Pelo jeito estamos no mesmo barco, Lari! =P
Nós e as nossas crises dos 20 anos!!!
Beijos! Boa semana pra ti!
eu preciso de um longo papo ao som de sinatra e uma sessão de sex and the city :)